Lojas de Cidadão reabrem, com atendimento por marcação

Lojas de Cidadão reabrem, com atendimento por marcação

O atendimento dos serviços públicos será apenas por marcação, a qual deverá ser feita através do ePortugal.

 

Na próxima 2ª feira, dia 1 de junho, tem início uma nova fase do Plano de Desconfinamento, no âmbito do combate à pandemia por covid-19, aprovado pelo Conselho de Ministro de 30 de abril de 2020, que levará à reabertura das Lojas de Cidadão.

As Lojas foram adaptadas e estão prontas a abrir, cumprindo as orientações da Direção Geral da Saúde, para segurança de todos os cidadãos e trabalhadores.

O atendimento dos serviços públicos será apenas por marcação, a qual deverá ser feita através do portal ePortugal, e dentro da Loja deverá usar sempre máscara e manter a distância mínima de segurança.

No entanto, evite deslocações desnecessárias e, antes de efetuar uma marcação, certifique-se se os serviços de que necessita não estão disponíveis online, em www.eportugal.gov.pt.

Continuamos On.

 

Dia Mundial da Consciencialização para a Acessibilidade

Dia Mundial da Consciencialização para a Acessibilidade

AMA disponibiliza ferramentas que ajudam a derrubar barreiras.

Cerca de 1 milhão de portugueses não consegue aceder a alguns sítios web, o que é bastante preocupante. De facto, isso acontece quando as páginas apresentam erros de construção ao nível do design e dos conteúdos, impedindo que utilizadores com algum tipo de deficiência tenham acesso a esses serviços online.

Dia 21 de maio é precisamente o Dia Mundial da Consciencialização para a Acessibilidade e a AMA tem uma série de ferramentas no seu ecossistema de Experiência Digital que ajudam a derrubar essas barreiras e que podem ser acedidas através dos sítios Web https://selo.usabilidade.gov.pt/ https://www.acessibilidade.gov.pt.

Para se perceber o impacto, numa análise da WebAIM (1)  a 1 milhão de sítios Web, recentemente publicada, constatou-se que 98% dos sítios falhavam em pelo menos um dos critérios das Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG 2.1), apresentando-se as páginas de entrada com uma média de 61 erros.

A Equipa de Experiência Digital da AMA analisou as 6 falhas mais comuns indicadas pela investigação e apresenta uma forma rápida para as resolver.

Seis falhas mais comuns

  1. Texto com baixo contraste 86%
  2. Inexistência de legendas nas imagens 66%
  3. Links vazios 60%
  4. Inexistência de etiquetas nos formulários 54%
  5. Botões vazios 29%
  6. Falta de identificação do idioma do documento 28%

Texto com baixo contraste 

O texto tem de ter um rácio de contraste para com o seu fundo de, no mínimo, 4.5 para 1. Para mais informação sobre contrastes a utilizar consulte o requisito 6º da checklist «10 aspetos de acessibilidade» do Selo de Usabilidade e Acessibilidade. A funcionalidade «inspetor» do navegador Web Chrome pode ajudá-lo nessa análise. Recomendamos também a utilização do Colour Contrast Analyser.

Inexistência de legendas nas imagens

O Selo de Usabilidade e Acessibilidade considera esta falha de crítica para a acessibilidade, principalmente em três situações: quando a imagem é um botão, quando a imagem é o único elemento de uma hiperligação e quando a imagem é um gráfico. Consulte o requisito 5 e o requisito 1.3 da checklist «10 aspetos de acessibilidade» do Selo de Usabilidade e Acessibilidade. Uma forma simples de observar esta questão é desativar a visualização de imagens no seu navegador Web. Ao fazê-lo deverá surgir no lugar das imagens o texto alternativo correspondente. Se não aparecer, ou se o mesmo lhe parecer ser o nome do ficheiro da imagem, então está com um problema. Consulte o manual de instruções do seu Content Management System (CMS) para perceber como dotar as suas imagens de uma legenda. Lembre-se que «imagem» simplesmente não serve de texto alternativo a quem não consiga, por qualquer razão, ver a imagem ou o botão!

Links vazios

Este é um problema muito recorrente nas construções mais modernas. Ele está relacionado com construções em que os links ou os botões são compostos em exclusivo por uma imagem. Se está a pensar nas imagens-link que leu no ponto anterior, está correto. A falta de um texto alternativo numa imagem-link é um problema de acessibilidade grave. A sua explosão progressiva na atualidade está relacionada com a possibilidade de inserção de imagens nos conteúdos através das folhas de estilo. Um exemplo muito típico deste problema são os «muito bonitos» botões das redes sociais. Quem vê a imagem sabe que ela abre o Facebook. Quem não a consegue ver, se a imagem não tiver um texto alternativo, terá um link vazio, sem qualquer informação sobre qual o seu destino. «O que é que acontecerá se eu carregar aqui?»

Inexistência de etiquetas nos formulários

Imagine que lhe entregavam um formulário que só tinha campos para preencher, mas não lhe diziam o que tinha que preencher em cada um deles. É absurdo, não é? Mas é isso que acontece a utilizadores que não usam a visão para aceder à informação. Mas porque não conseguem utilizadores cegos perceber que naquele campo lhe estão a pedir o «nome completo»? A razão é simples: tecnologia. Ao chegar ao campo de edição, a tecnologia «interroga» o campo de edição sobre qual é a etiqueta que lhe está associada. Se não existir uma associação entre ambos, a tecnologia não vai conseguir passar essa informação ao utilizador. Com o rato clique na etiqueta. Se o cursor saltar de imediato para o respetivo campo, então está tudo correto. Se ao clicar, nada acontecer, então está com um problema. Consulte o requisito 4 da checklist «10 aspetos críticos» do Selo de Usabilidade e Acessibilidade.

Botões vazios

A questão é semântica, mas links e botões são elementos relacionados com ação praticamente da mesma família. Veja o que já dissemos para os Links vazios - é, em tudo, aplicável aos botões.

Falta de identificação do idioma do documento

A identificação do idioma principal em que o documento se encontra é um requisito muito simples de resolver. Em HTML, basta procurar se na 2ª linha de código da sua página existe algo similar a:Se em vez de português, o idioma principal da página for inglês, então deverá ter algo como:Mais uma vez, isto é relevante para as tecnologias transmitirem corretamente o conteúdo aos utilizadores. Por exemplo, um leitor de ecrã, ao detetar que a página está em inglês, vai buscar um sintetizado de fala inglês para ler o texto, em vez de tentar fazê-lo com um sintetizador em português. Este é também um parâmetro importante para tecnologias que indexam conteúdos Web, como é o caso do Google. Lembre-se de que a acessibilidade traz benefícios, não só para quem utiliza tecnologias de apoio, mas também para quem utiliza tecnologias. Isso mesmo, é importante para todos! 

 

(1)WebAIM. The WebAIM Million - An annual accessibility analysis of the top 1,000,000 home pages. Consultado a 19 de maio de 2020 em https://webaim.org/projects/million/

Entrou em funcionamento a rede de Quiosques Cidadão

Entrou em funcionamento a rede de Quiosques Cidadão

O primeiro abriu hoje, em Sintra.

 

Abriu hoje, em Sintra, um Quiosque Cidadão, o primeiro de uma rede de balcões temporários de atendimento, que funcionarão durante um mês nos municípios com maior volume de atendimentos relativos ao Cartão de Cidadão.

A solução encontrada tenta dar uma resposta célere e ágil ao elevado número de pedidos e entregas de Cartão de Cidadão, devido às medidas excecionais e temporárias relativas à Covid-19, que limitaram o atendimento presencial a atos urgentes e que prolongaram a validade dos documentos até 30 de outubro.

Trata-se de uma parceria entre a Agência para a Modernização Administrativa, I.P., o Instituto dos Registos e Notariado (IRN), o Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça (IGFEJ) e as respetivas autarquias, que nas próximas semanas levará à abertura de mais Quiosques Cidadão em Portugal Continental, em função da evolução das necessidades. Toda a informação relativa aos serviços disponíveis no Quiosque Cidadão, nomeadamente localização e horários de funcionamento, será disponibilizada em eportugal.gov.pt.

No dia da abertura, a Ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão, a Secretária de Estado da Inovação e da Modernização Administrativa, Maria de Fátima Fonseca, e a Secretária de Estado da Justiça, Anabela Pedroso, visitaram o primeiro Quiosque Cidadão do País, onde também esteve o Presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta.